Bispo Augusto Dias
 

janeiro, 2012

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Mais uma missão cumprida

Mais uma missão cumprida

Mais uma missão cumprida a Igreja Universal do Reino de Deus em Angola realizou com sucesso a 1ª Conferência Nacional sobre situação económica, jurídica, e social de Angola, no período de 2008 a 2011.

Nota de agradecimentos:

Muitas vezes, a correria de nossas vidas nos impede de dar atenção ao que realmente vale a pena. E agradecer é uma das coisas que acabam a ficar esquecidas na correria do dia-a-dia.
Pode ser por um simples favor ou por uma grande atitude, mas o agradecimento nunca deve ser esquecido. Assim, eu gostaria de agradecer e enaltecer á todos àqueles que tornaram esse grande evento possível, que ajudaram em horas difíceis, dando assim o seu maior contributo, sacríficio e dedicação; especialmente ASSEUMI (Associação dos Estudantes Universitários Membros da I.U.R.D), AMEI (Associação das Mulheres Empresarias da IURD), e a GEAP (Gabinete de estudo, análise e planeamento) e para todas as pessoas que estiveram presente, o meu muito obrigado e que Deus abençoe á todos.
Bp Augusto Dias.

 

Temas abordados:
1-Económia

2-Família e Saúde

2-Educação

4-Ambiente

5-Situação Jurídica e Judiciária

“Veja ás fotos do grande momento marcante mais abaixo:

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Faça a diferença

Faça a diferença

Numa praia tranqüila, junto a uma colônia de pescadores, morava um escritor. Todas as manhãs, ele ficava passear pela praia, a olhar as ondas. Assim, ele se inspirava e à tarde ficava em casa escrevendo…
Um dia, ao caminhar pela areia, ele viu um velho que parecia dançar. Chegou mais perto e viu que era um jovem, pegando na areia as estrelas do mar, uma por uma e jogava de volta ao oceano,
E aí? – disse o jovem num sorriso, sem parar o que fazia.
- Por que você está fazendo isso? Perguntou-lhe o escritor, curioso.
- Não vê que a maré baixou e o sol está brilhando forte? Se essas estrelas ficarem aqui na areia vão secar no sol e morrer!
O escritor até que achou bonita a intenção do rapaz, mas deu um sorriso e comentou:
- Só que existem milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora, meu caro. Centenas de milhares de estrelas-do-mar devem estar espalhadas por todas essas praias, trazidas pelas ondas. Você aqui, jogando umas poucas de volta ao oceano, que diferença faz?… O jovem olhou para o escritor, pegou mais uma estrela na areia, jogou na água do mar, voltou a olhar para ele e disse:
- Por isso, eu fiz diferença.
Naquela tarde, o escritor não conseguiu escrever. À noite, mal conseguiu dormir. De manhãzinha, bem cedo foi para a praia.
O jovem pegava as primeiras ondas do dia com sua prancha e logo veio também para a areia. Juntos com o sol, ainda manso e começando a subir, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
“Você deve fazer diferença na vida. Passar pela vida e viver. Participar da Criação é contribuir com alguma coisa.”
Para fazer diferença no mundo, você não precisa ser um líder político, um gênio da ciência ou uma super estrela. Cada um no seu campo, tem seu modo de criar e atuar positivamente na vida. Não copie o jeito do outro, e não faça aquilo que os outros querem que você faça: você precisa atuar com o seu próprio jeito, o seu talento, acreditar e gostar realmente do que faz…
Afinal você é imagem e semelhança de DEUS e veio ao mundo para viver de forma especial e levar a sua mensagem ás outras pessoas…

“Tudo posso naquele que me fortalece”  Filipenses 4:13

Desconheço a autoria

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Até que ponto você se deixa abater pelos problemas?

Até que ponto você se deixa abater pelos problemas?

Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua fazenda.

Um dia, o capataz (Funcionario) lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.

O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a
situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto
custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.

Chamou o capataz  e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.

No entanto, na medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a
derrubava no chão e ia pisando sobre ela.

Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário,
estava subindo à medida que a terra caía, até que, finalmente, conseguiu sair…”.

Muitas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, que já não há solução para os nossos problemas, ainda temos a impressão de que estão tentar nos soterrar para sempre. É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença. Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade.

Afinal, se permitimos chegar ao fundo do poço, só nos restam duas opções:

- Ou nos servimos dele como ponto de apoio para o impulso que nos levará ao topo;
- Ou nos deixamos ficar ali até que a morte nos encontre. É importante que, se estamos
nos sentindo soterrar, sacudamos a terra e a aproveitemos para subir.
Ademais, em todas as situações difíceis que enfrentamos na vida, temos o apoio
incondicional de Deus, do qual podemos nos aproximar através da oração.

“O Senhor sustenta a todos os que caem, e levanta  todos os abatidos.” (Salmos 145:14).

Nunca se deixa soterrar, seja forte e saia do posso

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Dê que jeito você tem levado a sua vida?

Dê que jeito você tem levado a sua vida?

Conta a lenda que um monge, próximo de se aposentar, precisava encontrar um sucessor.
Entre seus discípulos, dois já haviam dado convicção de que eram os mais aptos, mas apenas um o poderia. Para tirar as dúvidas, o mestre lançou um desafio, para por a sabedoria dos dois à prova: ambos receberiam alguns grãos de feijão, que deveriam colocar dentro dos sapatos, para então empreender a subida de uma grande montanha.
Dia e hora marcado, começa a prova. Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a coxiar no meio da subida, parou e tirou os sapatos. As bolhas em seus pés já sangravam, causando imensa dor. Ficou para trás, observando seu oponente a sumir de vista.
Prova encerrada, todos de volta ao pé da montanha, para ouvir o que monge vai anúnciar. Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta como é que ele havia conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos:
- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei.
Carregando feijões, ou problemas, há sempre um jeito mais fácil de levar a vida. Problemas são inevitáveis. Já a duração do sofrimento, é você quem determina.

Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça. Isaías 41:10

 

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Assista agora!!!

Assista agora!!!

Primeira reunião do Bispo Macedo após sair da cadeia em 1992

 

 

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