julho, 2012
O que eles vão pensar de mim?
Não fui sincera, menti …. Tive medo que eles apontassem-me o dedo.
Bom, o sentimento negativo e de vergonha por se ter cometido atitudes erradas ecoam a mente de quem os fez causando um estado de mal estar, até mesmo um remorso o que não é bom para nós. A sensação de remorso é instantânea; Daqui a pouco o tempo passa e você esquece e volta a cometer o mesmo erro ou pior ainda.
Mas se houver um arrependimento então é porque houve um reconhecimento de facto que errou e existe a necessidade de se concertar com Deus, e até mesmo pessoas afetadas se foram um dia lesadas.
Olha só como essa mulher anônima procedeu ao encontrar o Senhor Jesus:
Lucas7.37
Se faz referencia na bíblia como mulher pecadora talvez até mesmo prostituta que caminhava pelas ruas de Naim no Sudoeste da Galileia. Os fariseus desprezavam essa mulher pois tinha má fama. Esses mesmos fariseus com maus olhos criticaram a mulher por se ajoelhar aos pés de Jesus e desatou aos choros.
Suas lagrimas mornas caíram gota a gota nos pés de Jesus e numa atitude de humildade ela soltou os cabelos, um ato publico considerado vergonhoso para uma mulher naquela época. Com suas longas madeixas, limpou a poeira dos pés de Jesus lavando-os e os beijando-os.
Aquela mulher trazia consigo um vaso de alabastro contendo unguento que certamente consumiria todos os seus recursos pessoais .Simplesmente ela rompeu o vaso e despejou sobre os pés que acabavam de ser limpos com seus cabelos. Esse foi um ato de adoração.
As pessoas presentes censuraram Jesus por permitir que uma mulher com tal reputação o tocasse e o desonrasse.
Os fariseus olhavam apenas para as ações exteriores da mulher da mulher, mas O Senhor Jesus olhou para o seu coração. Solitário, triste e penitente. Um coração que honrou com Senhor e buscou o perdão para uma vida destruída. Para grande surpresa dos fariseus o Senhor Jesus defendeu a mulher, lembrando que aquela atitude dela lhe lavar os pés foi de reconhecimento de que mesmo ela sendo o que era apesar de o mundo a sociedade a reprovar Deus não agia de igual modo pois se existe o reconhecimento e vontade de fazer diferente que na verdade ela havia demonstrado em seus atos então certamente há aceitação.
O Senhor Jesus perdoou os seus pecados e mandou ela seguir caminho com o coração purificado e uma vida nova em Cristo.
Ora ,pouco importa o que os demais irão dizer mais se há um verdadeiro arrependimento e a vontade de ser melhor pra Deus e fazer diferente não importa mais a vergonha, os olhares críticos e toda sorte de acusação pois o nosso Deus é maior que tudo isso.
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Santo Culto Bp Augusto Dias
Deus não se agrada do seu sofrimento!
Quando, por ventura, você se deparar com um momento difícil, em que as crises aparecem gerando outras crises, não admita que o desânimo se aposse das suas energias. Eleve-se acima da tempestade, através da oração. Pense que Deus estará sempre ao seu lado para sustentar toda sua dor.
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PASSOS BASICOS PARA SER BATIZADO COM O ESPIRITO SANTO
O batismo com o Espírito Santo é a presença do próprio Deus dentro de nós. É Ele quem nos capacita para fazermos a Sua Obra e quem nos revela o Reino de Deus.
Para receber o batismo com o Espírito Santo, a pessoa precisa seguir algumas orientações básicas.
Vejamos:
1- Ninguém pode receber o Espírito Santo enquanto tiver no seu corpo qualquer outro espírito, quer seja de demônios, quer seja de inveja, contendas, cobiça, fofocas, etc.
2- É muito importante o amigo internauta saber que é impossível a pessoa receber o Espírito Santo enquanto mantiver no coração qualquer tipo de sentimento que a acuse, principalmente mágoa contra alguém. Antes, deve perdoar de todo o coração a quem a feriu, a fim de também receber de Deus o perdão maior.
3- Quem deseja receber o Espírito da Verdade não pode ter dentro de si o espírito da mentira. A sua palavra deve ser sim ou não. A nossa sinceridade nos mantém puros, por intermédio do Senhor Jesus.
4- Para receber o Espírito Santo, os pensamentos da pessoa não podem estar envolvidos com outras coisas deste mundo.
5- Tendo em vista esses conselhos, a pessoa que deseja receber o batismo com o Espírito Santo deve ter certeza de que não existe nada que a acuse diante de Deus. Caso contrário, deve confessar com os seus lábios ao Senhor Jesus e Lhe pedir o perdão.
6- É necessário que a pessoa se desligue das preocupações, seja com parentes, com dívidas ou com qualquer outra coisa, procurando se esvaziar de tudo, até de si mesma.
7- A partir daí, deve começar a louvar o Senhor Jesus com a sua boca, e não só com a mente, dizendo-Lhe do seu sentimento para com Ele, isto é, que O ama, que O adora; que Ele é a Pessoa mais importante na sua vida, e que está à disposição para fazer a Sua santa vontade.
8- Os louvores não devem ser interrompidos com nada, nem com pedidos de cura, de libertação ou de qualquer outra coisa. O louvor com os lábios deve prosseguir, incessante.
9- Se nesse momento a pessoa ouvir algum barulho, ou se acontecer qualquer coisa para atrapalhar o seu louvor ao Senhor Jesus, é bom que ela saiba que está chegando perto do recebimento do batismo com o Espírito Santo.
É natural que essas coisas aconteçam, porque o diabo sempre tenta desviar a atenção da pessoa, para que perca a grande bênção. Por isso, o louvor deve continuar, de todo o coração e cada vez mais forte, pois o Senhor Jesus o estará aspirando, como se fosse um bom perfume. Afinal, o alimento de Deus é o nosso louvor, como se costuma dizer.
10- De repente a pessoa sentirá uma imensa alegria, que se espalhará por todo o corpo. Então o seu linguajar passará a ser bem diferente. Ela não entenderá nada, mas mesmo assim continuará a falar estranhamente, sem ter vontade de parar. Pronto! Estará selada e batizada com o Espírito Santo!
Fonte: Livro nos passos de Jesus *( Bispo Macedo )
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A boa consciência e o arrependimento
A consciência é o termômetro da espiritualidade cristã, e sem um sincero arrependimento a fé não é prática, e sim, teórica.
Não há como falarmos de novo nascimento sem antes falarmos de conscientização e arrependimento, pois, como “o espírito do homem é a lâmpada do Senhor” (Provérbios 20.27), e através dele o Senhor esquadrinha todo o mais íntimo do corpo, assim também deve ser o papel da consciência humana diante de Deus.
Talvez ela até seja o chip da alma, onde ficam guardadas informações sobre o estado espiritual dos seres humanos a fim de servirem como testemunhas no dia do julgamento final, pois ensinam as Escrituras:
“Assim, pois, todos os que pecaram sem lei também sem lei perecerão; e todos os que com lei pecaram mediante lei serão julgados. Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados. Quando, pois, os gentios, que não têm lei, procedem, por natureza, de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos. Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se, no dia em que Deus, por meio de Cristo Jesus, julgar os segredos dos homens” (Romanos 2.12-16).
Em resumo, aqueles que não tiveram oportunidade de ouvir a Palavra de Deus serão julgados de acordo com a própria consciência. Mas, aos convertidos, o Espírito Santo diz: “Combate, firmado nelas, o bom combate, mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé” (1 Timóteo 1.18,19). Com isso, vemos quão importante é para a Salvação eterna o fato de manter uma boa consciência, já que ela opera de forma individual como termômetro da espiritualidade cristã Se o cristão não se importa com sua má consciência e convive com ela, mesmo cumprindo outras obrigações religiosas, ainda assim é certo que, cedo ou tarde, ele naufragará na fé e perderá a Salvação, a exemplo de pessoas como Himeneu e Alexandre, ex-companheiros do apóstolo Paulo.
De forma um tanto rude, podemos comparar a consciência ao fígado. Quando se ingere algum alimento nocivo ao corpo, imediatamente ele manifesta o seu desagrado provocando mal-estar e dor de cabeça. Da mesma forma é a consciência humana: quando se age de forma contrária aos princípios da fé cristã bíblica, ela manifesta logo uma reação. Da mesma forma como a dor física dá sinal de alguma coisa errada, assim é a consciência humana.
Podemos considerá-la como defensora da fé agradável a Deus. Ao sentir-se ferida ela reage no coração, golpeando-o como sinal de reprovação. No caso de seus sinais de alerta serem sempre ignorados, a consciência pode se tornar insensível e cauterizada. Neste caso, é como se ela tivesse pecado contra o Espírito Santo.
A boa consciência deixa livre o caminho para o exercício e as conquistas da fé. Aí está a principal razão por que nem todos os que crêem em Deus são beneficiados como deveriam. O problema é a má consciência. Quando ela acusa algo errado, a dúvida imediatamente entra em ação. E é por aí que o diabo tem atacado a igreja do Senhor Jesus, soprando pensamentos acusatórios, cobrando supersantidade, enfim, tentando macular a consciência para impedir o exercício da fé viva.
Mas se nossa consciência acusa algo errado, temos a garantia divina de que, se confessarmos nosso pecado, Ele será fiel e justo para nos perdoar, e o sangue do Senhor Jesus “… purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!” (Hebreus 9.14).
Portanto, é imperiosa a necessidade de ter a consciência limpa. Isso é tão excelente que o apóstolo Paulo chega a declarar que a glória do cristão é o testemunho da sua consciência de viver no mundo com santidade e sinceridade de Deus (2 Coríntios 1.12). Podemos ser excluídos do mundo, caluniados, perseguidos, desprezados, não importa… O que realmente importa é ter uma consciência pura diante de Deus, mesmo vivendo em um mundo de constantes desafios à paz da nossa consciência. E nisso consiste a nossa glória.
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UM SONHO
Sonhei, certa vez, que me encontrava no Céu, embora não soubesse quando nem como lá chegara. Eu estava no meio de uma grande multidão, que homem algum podia contar, de todas as nações, gentes e épocas.
Espantado, dirigi‑me ao homem que estava mais próximo e lhe perguntei:
– Quem é o irmão?
– Estou aqui há muitos e muitos anos – respondeu o homem. E continuou:
– Eu vivi nos dias do apóstolo Paulo; fui um dos que morreram nas perseguições de Nero. Cobriram‑me de alcatrão, fui preso a uma estaca e queimado para iluminar os jardins do imperador.
– Coisa horrível! – exclamei.
– Não! Retrucou o homem. Foi uma bênção poder sofrer algo por Jesus Cristo. Ele morreu na cruz por mim e hoje gozo da graça de estar aqui…
– E o senhor? – indaguei desta vez a outro habitante daquela luminosa cidade celestial, feita de ouro e portais de pérolas.
– Estou aqui há apenas algumas centenas de anos. Venho de uma ilha dos mares do Sul. Um missionário foi até lá e falou‑me de Jesus, e eu também aprendi a amá‑Lo. Os meus conterrâneos mataram o missionário, deram‑me um golpe na cabeça, cozinharam-me e comeram-me.
– Terrível! – lamentei.
– Não! – respondeu o homem.
– Na verdade também foi para mim uma bênção morrer como cristão. É que o missionário contara‑me haver Jesus sido açoitado e coroado de espinhos por minha causa. E o irmão? – questionou-me.
– O que fez por Jesus?
Nada pude dizer. Durante toda a minha vida, pouco dera para Jesus, e do Divino Mestre só recebera bênçãos sem fim. Lembrei‑me de minhas orações plenas de pedidos, que Jesus rotineiramente atendia.
Lembrei‑me de que Ele sempre fora o meu Refúgio e a minha Fortaleza, sempre presente nas horas de tribulações; vieram‑me à lembrança o sorriso de um ente querido que Jesus tinha curado, e as libertações que eu havia testemunhado na igreja.
Recordei‑me dos apelos dos pastores e das mil e uma “implicações” que jamais me permitiram aderir ao pagamento do dízimo para a Obra do Criador, e das pequenas ofertas que avaramente eu fazia pingar naquela sacola, que preferia não ver, e que mal possibilitariam a um missionário pregar além da esquina.
Enfim, lembrei‑me de tudo, do que recebi e do que não dei. Senti‑me ingrato e omisso.
E acordei. E chorei…

