Quantas vezes, assim como o apóstolo Paulo, somos tidos “como enganadores e sendo verdadeiros; como desconhecidos e, entretanto, bem conhecidos; como se estivéssemos morrendo e, contudo, eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; empobrecidos, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo” (2 Coríntios 6.8‑10).
Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque. Ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou: [...]